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Em 30 minutos um especialista analisa seus resíduos e mostra, com os seus números, quanto dá para deixar de gastar — e quanto dá para faturar.
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Helamã R. Matos
Full Stack Marketing
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Herculano, Panizzon e Zen: três cases de resíduo industrial que viraram receita

A Herculano tinha 22,4 toneladas de esteiras de mineração usadas. Em vez de terminar em aterro sanitário, o material foi vendido.
Na Panizzon, a partir de 15 toneladas de pré-formas de PET, a receita com o material cresceu 260%. O valor faturado passou de R$ 21.935 para R$ 54.767.
A Zen apareceu em dois casos. No primeiro, sucatas de estamparia e ponta de barra passaram a ser vendidas por uma média 44,05% maior. Em quatro meses, foram 251 toneladas, com incremento de R$ 71.424.
No segundo, o pó de jato e o pó de laser, que iam para aterro sanitário, deixaram de gerar custo. A Zen zerou o custo de destinação de 8 toneladas por mês, somando logística e destinação, com economia mensal de R$ 6.180.
Os materiais são completamente diferentes, mas o padrão se repete: um resíduo tratado como custo, um mercado que pagava por ele e ninguém conectando as duas pontas. A Urupê faz essa conexão com base nos dados da própria operação: quanto é gerado, para quem é vendido e a que preço.
Você tem certeza que o seu resíduo está tendo a melhor valorização possível? Se a resposta é “não sei”, vale uma conversa. Conte o que a sua empresa gera e a gente mostra o que o mercado está pagando. É só escrever para marketing@urupe.eco.br.