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Em 30 minutos um especialista analisa seus resíduos e mostra, com os seus números, quanto dá para deixar de gastar — e quanto dá para faturar.
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Helamã R. Matos
Full Stack Marketing
Transformando operações industriais em ecossistemas digitais eficientes e escaláveis.
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Case Grendene: polímeros moídos deixaram de ser custo e geraram R$ 28.068 em um mês

A Grendene gerava polímeros moídos na operação. Era um material que seguia o caminho de sempre: coleta, transporte, destinação e uma fatura no fim do mês. Só de custo de destinação, eram R$ 5.800.
Esse é um cenário comum na indústria. O material tem valor, mas ninguém tem tempo de pesquisar quem compra, por quanto, e em que condições.
Primeiro, a operação que a Grendene já tinha foi cadastrada na plataforma: o que é gerado, quem transporta, para onde vai e quanto custa. Com esses dados organizados, a Urupê cruzou o resíduo com compradores interessados e com os valores praticados pelo mercado.
O resultado foi uma mudança de lado na conta. O material deixou de ser pago para sair e passou a ser vendido.
Dois ganhos aparecem juntos. O primeiro é financeiro: o custo some e a receita entra. O segundo é de rotina: com coletas, MTRs e documentos centralizados, o time gasta metade do tempo em tarefas manuais.
E o ponto principal: nada disso exigiu trocar a operação. Ela já existia, só estava sem inteligência de mercado em cima.
Você tem certeza que o seu resíduo está tendo a melhor valorização possível? Se a resposta é “não sei”, vale uma conversa. Conte o que a sua empresa gera e a gente mostra o que o mercado está pagando. É só escrever para marketing@urupe.eco.br.